Mercado de cinema no Brasil quebra recorde histórico em 2012, diz Ancine

Matéria publicada no site G1, de 15 de janeiro de 2013.

Arrecadação foi de R$ 1,6 bilhão; e público total foi de 146,4 milhões.
Balanço da Agência Nacional de Cinema foi anunciado nesta segunda (14).

Do G1, em São Paulo

Leandro Hassum e Danielle Winits em ação durante cena do longa 'Até que a sorte nos separe', comédia dirigida por Roberto Santucci (Foto: Divulgação)

Leandro Hassum e Danielle Winits em ação durante cena do longa ‘Até que a sorte nos separe’, comédia dirigida por Roberto Santucci (Foto: Divulgação)

O mercado de cinema no Brasil atingiu o recorde histórico de R$ 1,6 bilhão, apresentando crescimento durante o segundo semestre de 2012, segundo balanço divulgado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) nesta segunda-feira (14).

Ainda de acordo com os resultados, o público acumulado também bateu o recorde, alcançando 146,4 milhões de pessoas. Deste total, 130 milhões assistiram a produções estrangeiras, gerando renda de R$ 1,4 bilhão. (Acesse o relatório completo da Ancine aqui).

Ao todo, 15,5 milhões de espectadores foram aos cinemas em 2012 para ver filmes brasileiros. Dos 83 lançamentos nacionais, cinco superaram a marca de 1 milhão de pessoas.

Segundo levantamento da Ancine, o longa-metragem nacional com maior número de espectadores em 2012 foi “Até que a sorte nos separe”, de Roberto Santucci, com 3,3 milhões de ingressos vendidos. Outro destaque foi “De pernas pro ar 2”, do mesmo diretor, que, mesmo estreando no dia 28 de dezembro, obteve mais de 1 milhão de espectadores.

Entre os filmes estrangeiros, “Os vingadores” fez a maior bilheteria no país em 2012, com R$ 129,6 milhões de renda e cerca de 11 milhões de espectadores. Já “Amanhecer: Parte 2”, último filme da saga “Crepúsculo”, ficou em segundo lugar, com R$ 99,5 milhões e visto por 9,4 milhões de pessoas.

Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine, aponta a expansão do parque exibidor e o aumento do número médio de salas ocupadas pelos lançamentos nacionais. “Os filmes brasileiros foram lançados em 63 salas, em média. Em 2011, essa média foi de 48 salas. Já o nosso parque exibidor cresceu 6,93%, sendo que o ritmo desse crescimento foi mais acelerado nas regiões Norte, Nordeste e Sul, chegando a um total 2.515 salas”, afirma.

Fonte: G1

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Brasil quer ser 5º mercado para cinema, vídeo e TV até 2020

Matéria publicada no portal Terra em 2 de setembro de 2012, via Agência Brasil.

Em oito anos, o Brasil quer ser o quinto maior mercado consumidor e produtor em audiovisual no mundo. Atualmente, está na 10ª posição. Para isso, precisa dobrar o número de salas de cinema, triplicar a quantidade de canais de TV por assinatura dedicados à produção nacional, veicular mais longa-metragens na TV aberta e ampliar a participação das distribuidoras nacionais de cinema e de produtoras independentes.

As metas foram estabelecidas pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e estão descritas no Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual (PDM), em consulta pública no site da agência. ”Esta é a primeira vez que o país tem um plano de longo prazo sobre a economia do audiovisual”, salienta Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine. Segundo ele, o crescimento da produção nacional, o estabelecimento de leis e normas para regulação e o funcionamento de instituições como a Ancine favorecem a elaboração de um plano de longo prazo. ”Estamos em condição de visualizar o futuro. Há ambiente para planejamento de longo prazo”, disse.

De acordo com Rangel, o plano servirá para ”orientar a ação do Poder Público” e também dará balizamento para o mercado. ”Teremos um pacto setorial”, prevê Rangel. De acordo com ele, o plano é flexível e permite adequações ao longo do tempo, em compasso com o monitoramento (são descritas metas para 2015 e para 2020).

Conforme descrito no documento, em 2020, o Brasil terá 4,5 mil salas de cinema (em 2010, tinha 2.206), todas com projeção digital. A meta é que 220 milhões de espectadores irão por ano ver a telona. A renda bruta de bilheteria total será R$ 3,32 bilhões (2,5 vezes acima da verificada há dois anos). Além do aumento do acesso ao cinema, a Ancine quer maior consumo de produções nacionais. A meta é que o filme brasileiro fique com um terço da receita da bilheteria das salas comerciais em 2020 (em 2010, a participação foi inferior a 18%), o que equivalerá a R$ 970 milhões.

Para tanto, prevê a ampliação de um para oito o número de empresas brasileiras entre as grandes exibidoras (com mais de 100 salas de cinema no país) e que as distribuidoras de capital nacional sejam as fornecedoras dos filmes que rendam a metade dos bilhetes vendidos (hoje o percentual é 29%). Em 2020, a projeção é que, anualmente, os filmes brasileiros ocupem 13 mil salas na estreia e a quantidade de longa-metragem distribuído por empresas nacionais passe dos atuais 64 filmes para 130 filmes a cada ano.

Manoel Rangel garante que a meta de aumentar a presença das exibidoras e distribuidoras nacionais não é uma ”pegada nacionalisteira”, mas estratégica. ”As distribuidoras se empenham por suas produções. É uma questão econômica sob ótica da hiper concentração econômica”, explica.

O plano também prevê crescimento dos canais brasileiros de TV por assinatura, passando de 16 para 50. E a partir de 2020, haja a compra de 5,6 mil vídeos por demanda (encomendados). Nesses canais, o plano prevê a exibição de 2.079 filmes por ano. Na TV aberta, a meta é que o número de longas-metragens brasileiros passe de 233 para 450 nas grandes redes.

Para a Ancine, as metas têm sustentação no desempenho que o setor já apresenta – acima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo Rangel, o mercado das salas de cinema e das TVs por assinatura cresceram no ano passado 8% e 13%, respectivamente.

Fonte: Portal Terra

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Salas de cinema 3D de JF estão obrigadas a higienizar os óculos

Matéria publicada no Portal ACESSA.COM, em 13 de março de 2012.

Foi publicada nesta terça-feira a Lei Municipal 12.505, que prevê multa de até R$ 1 mil em caso de descumprimento

Thiago Stephan
Repórter
13/3/2012

Entrou em vigor nesta terça-feira, 13 de março a Lei Municipal 12.505, que obriga as salas de cinema a realizarem a higienização de óculos e equipamentos utilizados na apresentação de filmes em terceira dimensão (3D). De acordo com o texto, o descumprimento acarretará em advertência, multa de R$ 500 e, no caso de reincidência, multa de R$ 1 mil. A legislação prevê ainda que os equipamentos deverão ser embalados individualmente a vácuo, não sendo permitida a cobrança de taxa referente à higienização ou esterilização.

O vereador Isauro Calais (PMN), autor da lei, revelou que sentiu a necessidade de estabelecer normas para a cessão dos equipamentos ao assistir a um filme com a família. “Outro dia, fui com a minha família ao cinema para ver um filme 3D. Coloquei os óculos com medo. O que estamos exigindo é que os cinemas façam a higienização ao final de cada sessão. Meu filho, quando aparece com olho vermelho, não vai à aula para não contaminar os outros alunos. Uma pessoa com conjuntivite, por exemplo, pode contaminar várias outras, assim como os problemas de visão. Nós queremos proteger o consumidor de Juiz de Fora que busca essa nova tecnologia, que é muito interessante”.

O médico infectologista Mário Novaes avalia que a nova legislação é realmente necessária. Segundo ele, ao compartilhar óculos sem a devida higienização, o consumidor fica sujeito a problemas que vão além das doenças oftalmológicas. “Os óculos sem higienização podem acarretar doenças oculares, de pele e todas as doenças transmitidas habitualmente pelo contato manual”, revela. Novaes vai além: “Todo material usado na pele e passado de indivíduo para indivíduo deveria ser higienizado e colocado para os clientes como alguns tipos de canudinhos, que vêm embalados em plástico.” Ele explica ainda que o produto a ser utilizado na limpeza depende do material que o equipamento for feito.

Por meio de sua assessoria de comunicação, a rede de cinemas UCI Kinoplex, dona das únicas salas com 3D em Juiz de Fora, informou que “cumpre rigorosamente o procedimento de higienização de óculos 3D em todos os seus cinemas. Para a limpeza, seguem-se todas as especificações do fabricante. Após cada sessão, os óculos são lavados com água quente e materiais específicos, que não causam qualquer alergia ou irritação. Em seguida, o objeto passa pela secagem e retorna às salas 3D.”

Em Juiz de Fora, os cinéfilos têm a possibilidade de ter o seu próprio equipamento. Mas, para isso, terão que desembolsar cerca de R$ 200.

 

Fonte: Portal ACESSA.COM

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Em Defesa do Cine Excelsior

Segue abaixo a reprodução da matéria “Em Defesa do Cine Excelsior”, escrita pelo jornalista Ricardo Beghini, publicada no Jornal “Hoje em Dia” no dia 28 de dezembro de 2011.

JUIZ DE FORA – Produtores culturais, cineastas e até internautas estão se mobilizando para evitar que o Cine Excelsior, considerado o maior cinema do interior de Minas Gerais, com capacidade para 1.250 pessoas, seja transformado em um estacionamento. As discussões sobre a importância do Excelsior para a identidade cultural de Juiz de Fora vieram novamente à tona no fim do mês passado, quando começou a retirada de cadeiras do espaço, já em processo de descaracterização.

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Um projeto de revitalização para o Cine Excelsior

Os hoje arquitetos Daniele Fontes, Fabiano Teixeira e Wenderson Fontenelle realizaram, no final dos anos 1990, um projeto de arquitetura enquanto ainda estudavam na UFJF.

Havia uma disciplina de projeto cujo tema era revitalização. Deste material pesquisado, seguem apenas algumas fotos — nada de digitais — da maquete de estudos realizada na época e o memorial de um trabalho bem interessante, e que ilustra como o Cine Excelsior poderia ser reutilizado.

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Garganta virtual: novo grito surge nas redes sociais e se transforma em campanha pelo resgate do Cine Excelsior

A notícia sobre a retirada e a venda das cadeiras do Cine Excelsior em meados de novembro parece ter impulsionado um novo movimento pelo resgate do espaço, inaugurado em 1958 e fechado desde 1994. Segundo o cineasta Franco Groia, as primeiras manifestações surgiram nas redes sociais, logo após a publicação de fotos recentes do local no blog mariadoresguardo.blogspot.com. “Resolvemos gritar com as armas que temos: as ferramentas tecnológicas”, afirma o cineasta, que encabeça a campanha Salvem o Cine Excelsior ao lado do arquiteto Alessandro Driê e do Coletivo Sem Paredes.

A repercussão foi maior do que se esperava. Conforme Groia, que se tornou cineasta por morar desde criança no prédio do Excelsior, a coletividade respondeu rapidamente, tanto no mundo virtual quanto no real, ao observar o risco de perder o cinema, ao que parece, para um estacionamento. Mais de mil nomes foram recolhidos em um abaixo-assinado online, além de quase duas mil assinaturas em papel, numa corrente iniciada durante o Primeiro Plano 2011. Paralelamente, diversos artistas e interessados passaram a lançar na rede imagens e mensagens relativas ao imóvel, comprado pelo empresário Ricardo Arbex, proprietário da loja Tecidos Marabá.

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Quem Diria, o Marabá…

por Alessandro Driê

Depois que o desmonte do Cine Excelsior veio à tona, adquirido segundo o jornal Tribuna de Minas pelo proprietário da loja Tecidos Marabá, uma onda de indignação tomou conta de internautas e moradores de Juiz de Fora.

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Cine Icaraí, no RJ, é desapropriado para abrigar centro cultural da UFF

Prédio de Niterói, construído nos anos 1930, está fechado desde 2005. Prefeito e reitor da universidade assinam convênio nesta terça-feira (6).

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Cine Excelsior Juiz de Fora – Cadeiras Retiradas

Matéria exibida no Jornal da Alterosa Edição Regional dia 02 de dezembro de 2011. Trata da polêmica da transformação do Cine Excelsior, bem de interesse cultural, em um estacionamento.
O cinema tem aproximadamente 1.300 lugares, era o maior de Juiz de Fora e região. A arquitetura conserva características das salas de exibição dos anos 50. Agora esse patrimônio está ameaçado.

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Saída real para o Cine Excelsior: o BNDES

Texto retirado do blog do cineasta mineiro Franco Groia.

Por Franco Groia

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O não belo desmonte do Cine Excelsior de Juiz de Fora

Artigo enviado ao blog do Coletivo Sem Paredes, grato a eles pelo incentivo e oportunidade.

 

Por Alessandro Driê

O Cine Excelsior de Juiz de Fora, para quem não sabe, é o maior cinema do interior de Minas Gerais. Ou está deixando de ser. Nesta última semana de novembro 1.250 poltronas foram retiradas e algumas informações extraoficiais dão conta que se transformará em um estacionamento.

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Ex-celsior

Post retirado do blog do ator Gueminho Bernardes.

Gueminho Bernardes

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Indefinição marca o futuro de patrimônio

Matéria do jornal O Tempo, de Belo Horizonte, de 27 de novembro de 2011.

Fonte: O Tempo

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Cine Excelsior passa por obras em Juiz de Fora

Matéria retirada do portal Megaminas.

Por MGTV Panorama / Juiz de Fora

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Cine Excelsior em novembro de 2011

Post de Franco Groia, retirado do Facebook, cujo compartilhamento deu início à toda mobilização na Internet, com mais algumas imagens de alguns blogs.

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