Moção de Repúdio

A Câmara aprovou ontem uma Moção de Repúdio dos vereadores Flávio Cheker (PT) e Roberto Cupolillo (PT), subscrita por José Sóter Figueirôa (PMDB), à decisão do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac), tomada no último dia 11, de recusar, pela nona vez, a tentativa de tombamento ou declaração de bem de interesse cultural para o Cine Excelsior. “Atestamos a importância do surgimento e da manutenção de centros culturais de relevância para a comunidade. O tombamento do Cine Excelsior e sua liberação para uso estritamente cultural poderia proporcionar a Juiz de Fora um centro de cultura e agregamento de novas manifestações culturais”, defenderam.

(Fonte: Jornal Tribuna de Minas, de 30 de junho de 2012)

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COMPPAC recusa tombamento do Cine Excelsior

Matéria publicada na versão online da Tribuna de Minas de 05 de Junho de 2012.

Por Tribuna

A nona tentativa de tombamento ou declaração de bem de interesse cultural para o Cine Excelsior foi recusada na última segunda (4), durante reunião mensal do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac). O pedido havia sido encaminhado pelo movimento “Salvem o Cine Excelsior”, iniciado logo após a retirada e a venda das cadeiras do espaço no final do ano passado. Com dez votos contra dois e uma abstenção, o Comppac não encontrou justificativas para preservar o imóvel – inaugurado como cinema em 1958 – ou limitar a utilização pelos proprietários. O Excelsior já teve nove solicitações de tombamento, por diferentes autores. Todas elas foram recusadas. “Isso não é teimosia de quem defende o prédio. É prova de que a população legitimou sua importância”, opina o cineasta Franco Groia. Segundo o superintendente da Funalfa e presidente do Comppac, Toninho Dutra, o conselho julga somente o mérito técnico da questão a partir de relatório elaborado, independentemente do número de pessoas pedindo um tombamento.

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Futuro do Cine Excelsior é debatido em audiência no Legislativo na Câmara Municipal

Nesta segunda feira, 24, foi realizada na Câmara Municipal uma Audiência Pública para discutir qual será o futuro do espaço onde funcionava o Cine Excelsior. Há 18 anos inúmeras discussões tentaram estabelecer alternativas para a utilização do espaço e também a possibilidade de tombamento do local. A frente da solicitação da audiência, o vereador Flávio Cheker (PT) e representantes do Movimento ‘Salvem o Cine Excelsior’, discursaram defendendo a importância da manutenção do espaço.

A luta dos grupos pró-Excelsior formada por moradores do edificio, além de cineastas, arquitetos e comunidade em geral, teve início quando foi anunciada a possibilidade do lugar ser transformado em estacionamento. Desde então, estes grupos tentam ressaltar a ligação emocional dos cidadãos de Juiz de Fora e a necessidade de ações de preservação da história cultural do município. Entre os questionamentos estão a preocupação com as interferências na estrutura, ruídos e a perda deste patrimônio.

Durante a seção, o vereador Flávio Cheker declarou seu apoio quanto à reativação do espaço cultural. “Há possibilidade de o Excelsior retomar suas atividades e ainda render lucros como atividade comercial. É fundamental a busca de uma sintonia entre o poder público e a comunidade, assim como a contribuição do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (COMPPAC)”, ressaltou. Cheker destacou quais são os fatores que promovem a lentidão do processo de tombamento. “Existem dois grupos na defesa da questão: os que buscam resguardar a memória, a história, a cultura e; aqueles que agem pelas forças do progresso e do capital. A definição se o Excelsior poderá ou não voltar a ser um espaço de interesse cultural será tomada pela Funalfa e Prefeitura. Nosso papel em promover a discussão está sendo cumprido”, pontuou.   O COMPPAC  está vinculado à Funalfa e é de sua competência deliberar sobre o futuro do Excelsior. O superintendente da Funalfa e também presidente do Comppac, Toninho Dutra, destacou que o processo de análise da situação do Excelsior está sendo realizado com transparência e profissionalismo. “Estamos analisando e iremos votar nos próximos meses. O conselho se reúne na primeira segunda-feira de cada mês e os interessados em acompanhar estas reuniões devem se dirigir à Funalfa e solicitar uma autorização”, comentou.

Em relação às mudanças no local, a secretária municipal de atividades urbanas, Graciela Marques, ressaltou que toda modificação é acompanhada através de fiscalizações e monitoramentos por parte da SAU. “O imóvel não é tombado e o proprietário tem este direito. Os servidores da secretaria obedecem aos procedimentos dentro dos parâmetros legais. Atualmente a obra está paralisada aguardando a decisão do  Comppac”, disse.

(Fonte: Jornal Diário Regional, de 25 de abril de 2012)

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Audiências

A Câmara retoma esta semana o seu período de audiências públicas. Amanhã, atendendo a requerimento do vereador Flávio Cheker, será discutida a situação do Cine Excelsior, desativado desde 1994. No dia 25, indicado pelo vereador João do Joaninho, a pauta será dedicada à equiparação salarial dos servidores públicos da área de administração e da área de saúde com os assistentes administrativos. O ciclo termina na quinta-feira, com audiência solicitada pelo vereador Carlos Bonifácio. Será discutida a prevenção e os problemas causados pelo uso de drogas, especialmente o crack.

(Fonte: Coluna Painel, do Jornal Tribuna de Minas de 22 de abril de 2012)

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Tombamento do Cine Excelsior, de Juiz de Fora, é rediscutido

O espaço vem sendo alvo de disputa entre produtores culturais e proprietários

(Foto: Felipe Couri/Arquivo)

Cine  Excelsior

Fundado em 1958, o Excelsior é considerado o maior cinema do interior de Minas

JUIZ DE FORA – O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac) abriu novo processo de tombamento do Cinema Excelsior, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O espaço vem sendo alvo de disputa entre produtores culturais e proprietários. Em novembro do ano passado, os donos iniciaram a construção de uma loja e um estacionamento no local. Fundado em 1958, o Excelsior é considerado o maior cinema do interior de Minas, com capacidade para 1.250 pessoas.

Um dos líderes do movimento “Salvem o Excelsior”, o cineasta Franco Gróia, comemorou a medida. No mês passado, a Justiça havia embargado as obras no local. A sentença atendeu a uma solicitação do condomínio do Edifício Excelsior, que se posicionou contrário à utilização do local para finalidades que não sejam culturais.

“Agora não poderão fazer obras no cinema até que o processo seja concluído”, informou Gróia. Na primeira fase desse novo processo de tombamento é enviada uma notificação aos proprietários ou herdeiros, que têm até 30 dias para se manifestar oficialmente, impugnando a solicitação. O prazo terminará no dia 3 de maio. Depois dessa etapa, o Comppac votará a proposta. Caso o conselho não aprove o tombamento, o processo é encerrado.

Embora esteja desativado desde 1994, produtores culturais e cinéfilos reivindicam tombamento do cinema, por considerá-lo importante para a identidade cultural do município. O movimento de preservação quer transformar o local num espaço cultural multiuso, contemplando, além de projeções cinematográficas, eventos de turismo.

Além de 1.250 cadeiras, a sala possuía 21 caixas de som, poltronas com leve inclinação, ar condicionado central, projetor cinematográfico de alta fidelidade, teto em estilo art noveau, e iluminação a néon, sendo apontado, até a década de 90, como um dos mais modernos cinemas do Brasil.

O último pedido de tombamento do cinema, já negado em outras oportunidades, foi feito pelo grupo “Salvem o Excelsior”, no último dia 2. Nessa nova oportunidade, o Comppac, recebeu uma documentação com mais de 500 páginas contendo informações históricas sobre o prédio, depoimentos diversos, documentários, fotos e um abaixo-assinado obtido junto a internautas, com mais de 1.600 adesões.

Fonte: Matéria de Ricardo Beghini publicada no jornal Hoje em Dia, do dia 9 de abril de 2012.

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Justiça embarga obra em cinema

Matéria publicada no jornal Hoje em Dia, de 23 de março de 2012.

Justiça embarga obra em cinema – Intervenções no Cine Excelsior, em Juiz de Fora, transformariam o espaço em uma loja

O movimento pela preservação do Cine Excelsior de Juiz de Fora, na Zona da Mata, conseguiu suspender judicialmente uma obra que iria transformar o espaço em uma loja e em um estacionamento. O cinema é considerado o maior do interior do Estado. Fundado em 1958, tem capacidade para 1.250 pessoas. O juiz da 2ª vara cível, Luiz Guilherme Marques, determinou, em caráter provisório, o embargo da intervenção.

A sentença atende a uma solicitação do condomínio do Edifício Excelsior, que se posicionou contra a utilização do local para fins que não sejam culturais. Os moradores do prédio foram sensibilizados por produtores e cinéfilos que reivindicam o tombamento do cinema, que se encontra desativado desde 1994.

Outra vitória do movimento foi à suspensão administrativa da obra, que estaria sendo desenvolvida sem o alvará da prefeitura. Porém, segundo o cineasta Franco Groia, morador do edifício Excelsior, e líder do grupo que luta pela preservação do espaço, as medidas não garantem a preservação definitiva do cinema. “Elas são temporárias. Só o tombamento é para sempre”, reforça.

No último dia 2, o grupo esteve com representantes do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Artístico e Cultural (Comppac), de Juiz de Fora, para apresentar um novo pedido para o tombamento do Excelsior.

Uma documentação com mais de 500 páginas foi protocolada no órgão. O material tem contém informações históricas sobre o prédio, além de depoimentos, fotos e um abaixo assinado com mais de 1.600 adesões. “Desta vez, não há como negar”, disse Groia, lembrando que pedidos anteriores foram recusados pelo conselho. Ainda segundo o cineasta, o Ministério Público Estadual, por meio da promotoria do meio ambiente e patrimônio de Juiz de Fora, prometeu acompanhar o processo.

Paulo Gawryszewski, que representa da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa) junto à Comppac, confirmou que o pedido foi protocolado no conselho. Mas, ele não estabeleceu pra¬zos para a decisão. “Temos 80 processos para analisar”, afirmou.

O Excelsior tinha 21 cai¬xas de som, poltronas com leve inclinação, ar condicionado central, projetor cine¬matográfico de alta fidelidade, entre outros elementos. Até a década de 1990, era apontado como um dos mais modernos cinemas do Brasil.

Atualmente, o Excelsior pertence a uma família tradicional de comerciantes. Um dos proprietários, Ricardo Arbex, disse que eles irão se reunir e deverão se pronunciar no final do mês.

Fonte: Matéria de Ricardo Beghini, publicada no dia 23 de março de 2012, no Jornal Hoje em Dia

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Patrimônio

Leia a nota publicada na Jornal Tribuna de Minas de terça-feira, dia 13 de março de 2012, na Coluna Painel:

“O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural analisou ontem diversos tópicos acerca de intervenções no patrimônio histórico e cultural da cidade. Segundo o vereador José Laerte Barbosa (PSDB), foi aprovada a reforma estrutural de parte do prédio do Museu Mariano Procópio. No evento, que reuniu ainda o superintendente da Funalfa, Toninho Dutra, representantes do Poder Público e membros do conselho, foi montada uma comissão para avaliar a questão do Cine Excelsior. Projetos de intervenção e restauração na Praça da Estação e na Vila Iracema também foram analisados.”

(Fonte: Coluna Painel, do Jornal Tribuna de Minas)

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Movimento Pró-Cine Excelsior pede, mais uma vez, o tombamento do local

Leia a Matéria publicada no Jornal Diário Regional, publicada no dia 06 de março de 2012. Clique para ampliar.

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Notícias

Segue, logo abaixo, uma seleção de notícias correlacionadas com o Cinema Excelsior e nosso Movimento na imprensa tradicional, eletrônica e digital:

30.11.2012 :: Ação Popular reacende discussões sobre a situação do Cine Excelsior
30.11.2012 :: Ação Popular pelo Cine Excelsior
05.07.2012 :: Tombamento do Cine Excelsior é recusado pela nona vez
30.06.2012 :: Moção de Repúdio
05.06.2012 :: COMPPAC recusa tombamento do Cine Excelsior
25.04.2012 :: Futuro do Cine Excelsior é debatido em audiência no Legislativo na Câmara Municipal
24.04.2012 :: Audiência volta a discutir destino do Cine Excelsior
24.04.2012 :: Obra em frente ao Excelsior é paralisada
09.04.2012 :: Tombamento do Cine Excelsior, de Juiz de Fora, é rediscutido
23.03.2012 :: Justiça embarga obra em cinema
14.03.2012 :: Restauração
13.03.2012 :: Patrimônio
06.03.2012 :: Movimento Pró-Cine Excelsior pede, mais uma vez, o tombamento do local
09.02.2012 :: Movimento Salvem o Cine Excelsior promove ato público
19.01.2012 :: Movimentos Culturais defendem criação de um espaço cultural no Cine Excelsior
11.01.2012 :: Destino do Cine Excelsior e do DSAT são tratados em Tribuna Livre
11.01.2012 :: Tribuna Livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior
11.01.2012 :: Cultura: Cine Excelsior e Grupo Divulgação são assuntos tratados no Plenário
05.01.2012 :: Obras no antigo Cine Excelsior são suspensas por falta de laudo
04.01.2012 :: Secretaria de Atividades Urbanas suspende obras no prédio em que funcionava o Cine Excelsior
30.12.2011 :: Obras no Excelsior quase Suspensas
28.12.2011 :: Em Defesa do Cine Excelsior
18.12.2011 :: Palhaços fazem manifesto pelo Excelsior
11.12.2011 :: Garganta virtual: novo grito surge nas redes sociais e se transforma em campanha pelo resgate do Cine Excelsior
29.11.2011 :: Câmara cobra agilidade na análise para o tombamento do Cine Excelsior
27.11.2011 :: Cine Excelsior: Indefinição marca o futuro de patrimônio

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Tribuna Livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior

OBRAS PARA CONSTRUÇÃO DE ESTACIONAMENTO ESTÃO SUSPENSAS PELA SECRETARIA

Tribuna livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior

Nesta terça-feira, 10, a audiência da Câmara Municipal foi aproveitada para que defensores do Cine Excelsior pudessem se posicionar quanto às obras que estão sendo levadas adiante no local. Para tanto. foi convidado a participar do evento o cineasta, Franco Groia, que defendeu a classificação do Cine Excelsior como um imóvel de interesse cultural para o município. “Estamos aproveitando a Tribuna Livre da Câmara como uma ferramenta enfática do desejo da população. Acreditamos que o que em sendo feito não está em conformidade com a legislação, já que o cinema deveria ser retomado pelo poder público e transformado em espaço multiuso, contemplando, além de projeções cinematográficas, eventos de turismo”. explicou.

Continue lendo “Tribuna Livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior”

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Obras no antigo Cine Excelsior são suspensas por falta de laudo

Matéria publicada no Portal ACESSA.com em 3 de janeiro de 2012.

Obras no antigo Cine Excelsior são suspensas por falta de laudo. Empreendedor deve atestar a capacidade de sustentação da laje do cinema para receber veículos, já que local será transformado em um estacionamento

3/1/2012

Foto da fachada do cinema

Imagem: Portal ACESSA.com

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Obras no Excelsior quase Suspensas

Matéria publicada no jornal Tribuna de Minas, de 30 de dezembro de 2011.

A campanha “Salvem o Cine Excelsior” continua em busca de soluções para o resgate do perfil cultural do imóvel. Segundo o cineasta Franco Groia, que capitaneia o movimento ao lado do arquiteto Alessandro Driê e do coletivo Sem Paredes, o site oficial da iniciativa (www.cinemaexcelsior.com.br) já reúne mais de 1.300 acessos únicos. Groia informa ainda que condomínio do prédio onde fica o cinema entrou com ação na Justiça contra o proprietário do espaço, mas aguarda o término do recesso dos órgãos competentes.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Atividades Urbanas (SAU), as obras no Excelsior estão parcialmente suspensas. A fim de que o Habite-se seja futuramente liberado pela Prefeitura, foi solicitada uma série de providências, como projetos e laudos técnicos. A assessoria explica que tais documentações exigidas referem-se, principalmente, aos cuidados necessários por conta da intensa circulação de carros próxima ao prédio, localizado na Avenida Rio Branco. Por ser tratar de um projeto para estacionamento, também são essenciais estudos que comprovem a capacidade do piso de suportar um grande número de veículos. Outras ações, como intervenções em banheiros, continuam liberadas.

Segundo Franco Groia, essa suspensão parcial significa uma abertura para o diálogo com o poder público sobre a destinação do Excelsior.

(Fonte: Jornal Tribuna de Minas)

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Em Defesa do Cine Excelsior

Segue abaixo a reprodução da matéria “Em Defesa do Cine Excelsior”, escrita pelo jornalista Ricardo Beghini, publicada no Jornal “Hoje em Dia” no dia 28 de dezembro de 2011.

JUIZ DE FORA – Produtores culturais, cineastas e até internautas estão se mobilizando para evitar que o Cine Excelsior, considerado o maior cinema do interior de Minas Gerais, com capacidade para 1.250 pessoas, seja transformado em um estacionamento. As discussões sobre a importância do Excelsior para a identidade cultural de Juiz de Fora vieram novamente à tona no fim do mês passado, quando começou a retirada de cadeiras do espaço, já em processo de descaracterização.

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Construções terão que ser sustentáveis em Juiz de Fora

Lei, que prevê outras medidas sustentáveis, já está em vigor e atinge edificações com mais de dez apartamentos ou salas comerciais.

Os novos edifícios comerciais e residenciais com mais de dez unidades e também as edificações isoladas com mais de 400 metros quadrados, sejam residências ou não, serão obrigadas, a partir de agora, a dispor de alternativas tecnológicas ambientalmente sustentáveis, incluindo sistema de captação de energia solar para fins de aquecimento de água, lâmpadas de alta eficiência para iluminação em áreas comuns, uso de medidor individualizado de gás e água, sistema para captação, retenção, armazenamento e utilização de águas pluviais coletadas por telhados, terraços e pavimentos descobertos e sistema de reuso de águas. A proposta, de autoria do vereador Roberto Cupolillo (Betão, PT), foi sancionada sem qualquer objeção por parte do Executivo e, na prática, já está valendo desde a data de sua publicação. Segundo o parlamentar, a iniciativa visa a “estimular a construção de condomínios ambientalmente sustentáveis, tornando obrigatória a inserção de equipamentos destinados a diminuir o consumo de energia elétrica e de recursos hídricos”.

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Palhaços fazem manifesto pelo Excelsior

Matéria publicada na Tribuna de Minas, de 18 de dezembro de 2011.

Imagem: Tribuna de Minas

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